TERMO DE ABERTURA: Serve este Blog para nele depositar as minhas alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, glórias e frustrações. a que juntarei algumas opiniões, mas com fair-play, e sempre sem abdicar deste meu sentir de vermelha afeição. (Foto de José Caeiro)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
PROLAPSO DA VÁLVULA MITRAL
Este é um problema do foro cardíaco que afecta algumas pessoas. Eu sou uma dessas pessoas.
Aparentemente não é um problema dos piores, mas nunca se sabe, e a vigilância é muito importante.
Este video mostra claramente como se processa a deficiência.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
DIA MUNDIAL DO TRABALHADOR
Abomináveis na grandeza
Os reis das minas e da fornalha Edificaram a riqueza Sobre o suor de quem trabalha, Todo o produto de sua A corja rica o recolheu! Querendo que ela restitua, O povo só quer o que é seu. Bem unidos, façamos, Nesta luta final. Uma terra sem amo, A Internacional! Fomos do fumo embriagados! Paz entre nós, guerra aos senhores! Façamos guerra de soldados! Somos irmãos, trabalhadores, Se a raça vil cheia de galas, Nos quer a força canibais, Logo verá que as nossas balas São para os nossos generais. |
sábado, 28 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
FESTEJAR A LIBERDADE, DEFENDER ABRIL
Vamos comemorar Abril com festa e muita alegria, mas também sem descurar a vigilância e manter a luta.
Só cerrando fileiras, os trabalhadores deste país podem impedir que as troikas, a nacional e a estrangeira, levem por diante a tentativa de acabar com a maioria dos direitos conquistados com o 25 de Abril de 1974.
Como dizia o poeta: "Abre os olhos e vê, sê vigilante."
25 de Abril, SEMPRE.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
SILÊNCIO ABSOLUTO SOBRE A ISLÂNDIA
Se há quem acredite que nos dias de hoje não existe censura, então que nos
esclareça porque é ficámos a saber tanta coisa acerca do que se passa no Egipto
e porque é que os jornais não têm dito absolutamente nada sobre o que se passa
na Islândia.
Na Islândia:
- o povo obrigou à demissão em bloco do governo;
- os principais bancos foram nacionalizados e foi decidido não pagar as dívidas que eles tinham contraído junto dos bancos do Reino Unido e da Holanda, dívidas que tinham sido geradas pelas suas más políticas financeiras;
- foi constituída uma assembleia popular para reescrever a Constituição.
Tudo isto pacificamente. Uma autêntica revolução contra o poder que conduziu a esta crise. E aí está a razão pela qual nada tem sido noticiado no decurso dos últimos dois anos. O que é que poderia acontecer se os cidadãos europeus lhe viessem a seguir o exemplo?
Sinteticamente, eis a sucessão histórica dos factos:
- 2008: o principal banco do país é nacionalizado. A moeda afunda-se, a Bolsa suspende a actividade. O país está em bancarrota.
- 2009: os protestos populares contra o Parlamento levam à convocação de eleições antecipadas, das quais resulta a demissão do primeiro-ministro e de todo o governo.
A desastrosa situação económica do país mantém-se. É proposto ao Reino Unido e à Holanda, através de um processo legislativo, o reembolso da dívida por meio do pagamento de 3.500 milhões de euros, montante suportado mensalmente por todas as famílias islandesas durante os próximos 15 anos, a uma taxa de juro de 5%.
- 2010: o povo sai novamente à rua, exigindo que essa lei seja submetida a referendo.
Em Janeiro de 2010, o Presidente recusa ratificar a lei e anuncia uma consulta popular.
O referendo tem lugar em Março. O NÃO ao pagamento da dívida alcança 93% dos votos.
Entretanto, o governo dera início a uma investigação no sentido de enquadrar juridicamente as responsabilidades pela crise. Tem início a detenção de numerosos banqueiros e quadros superiores. A Interpol abre uma investigação e todos os banqueiros implicados abandonam o país.
Neste contexto de crise, é eleita uma nova assembleia encarregada de redigir a nova Constituição, que acolha a lições retiradas da crise e que substitua a actual, que é uma cópia da constituição dinamarquesa. Com esse objectivo, o povo soberano é directamente chamado a pronunciar-se. São eleitos 25 cidadãos sem filiação política, de entre os 522 que apresentaram candidatura. Para esse processo é necessário ser maior de idade e ser apoiado por 30 pessoas.
- A assembleia constituinte inicia os seus trabalhos em Fevereiro de 2011 a fim de apresentar, a partir das opiniões recolhidas nas assembleias que tiveram lugar em todo o país, um projecto de Magna Carta. Esse projecto deverá passar pela aprovação do parlamento actual bem como do que vier a ser constituído após as próximas eleições legislativas.
Eis, portanto, em resumo a história da revolução islandesa:
- Demissão em bloco de um governo inteiro;
-- Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais;
- Prisão dos responsáveis pela crise e
- reescrita da Constituição pelos cidadãos:
Ouvimos falar disto nos grandes media europeus?
Ouvimos falar disto nos debates políticos radiofónicos? Vimos alguma imagem destes factos na televisão? Evidentemente que não!
O povo islandês deu uma lição à Europa inteira, enfrentando o sistema e dando um exemplo de democracia a todo o mundo.
Na Islândia:
- o povo obrigou à demissão em bloco do governo;
- os principais bancos foram nacionalizados e foi decidido não pagar as dívidas que eles tinham contraído junto dos bancos do Reino Unido e da Holanda, dívidas que tinham sido geradas pelas suas más políticas financeiras;
- foi constituída uma assembleia popular para reescrever a Constituição.
Tudo isto pacificamente. Uma autêntica revolução contra o poder que conduziu a esta crise. E aí está a razão pela qual nada tem sido noticiado no decurso dos últimos dois anos. O que é que poderia acontecer se os cidadãos europeus lhe viessem a seguir o exemplo?
Sinteticamente, eis a sucessão histórica dos factos:
- 2008: o principal banco do país é nacionalizado. A moeda afunda-se, a Bolsa suspende a actividade. O país está em bancarrota.
- 2009: os protestos populares contra o Parlamento levam à convocação de eleições antecipadas, das quais resulta a demissão do primeiro-ministro e de todo o governo.
A desastrosa situação económica do país mantém-se. É proposto ao Reino Unido e à Holanda, através de um processo legislativo, o reembolso da dívida por meio do pagamento de 3.500 milhões de euros, montante suportado mensalmente por todas as famílias islandesas durante os próximos 15 anos, a uma taxa de juro de 5%.
- 2010: o povo sai novamente à rua, exigindo que essa lei seja submetida a referendo.
Em Janeiro de 2010, o Presidente recusa ratificar a lei e anuncia uma consulta popular.
O referendo tem lugar em Março. O NÃO ao pagamento da dívida alcança 93% dos votos.
Entretanto, o governo dera início a uma investigação no sentido de enquadrar juridicamente as responsabilidades pela crise. Tem início a detenção de numerosos banqueiros e quadros superiores. A Interpol abre uma investigação e todos os banqueiros implicados abandonam o país.
Neste contexto de crise, é eleita uma nova assembleia encarregada de redigir a nova Constituição, que acolha a lições retiradas da crise e que substitua a actual, que é uma cópia da constituição dinamarquesa. Com esse objectivo, o povo soberano é directamente chamado a pronunciar-se. São eleitos 25 cidadãos sem filiação política, de entre os 522 que apresentaram candidatura. Para esse processo é necessário ser maior de idade e ser apoiado por 30 pessoas.
- A assembleia constituinte inicia os seus trabalhos em Fevereiro de 2011 a fim de apresentar, a partir das opiniões recolhidas nas assembleias que tiveram lugar em todo o país, um projecto de Magna Carta. Esse projecto deverá passar pela aprovação do parlamento actual bem como do que vier a ser constituído após as próximas eleições legislativas.
Eis, portanto, em resumo a história da revolução islandesa:
- Demissão em bloco de um governo inteiro;
-- Referendo, de modo a que o povo se pronuncie sobre as decisões económicas fundamentais;
- Prisão dos responsáveis pela crise e
- reescrita da Constituição pelos cidadãos:
Ouvimos falar disto nos grandes media europeus?
Ouvimos falar disto nos debates políticos radiofónicos? Vimos alguma imagem destes factos na televisão? Evidentemente que não!
O povo islandês deu uma lição à Europa inteira, enfrentando o sistema e dando um exemplo de democracia a todo o mundo.
(Por DESEMPREGADOS, in Facebook)
quarta-feira, 18 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
GUERRA NA CAPOEIRA
Todos nós temos histórias incríveis para contar. O
problema é encontrar quem as ache interessantes, e esteja disposto a ouvi-las.
Não deixa de ser curioso, que só depois de, como costumo
dizer, dobrar o Bojador dos 50, é que nos vem a vontade de recordar.
Há ainda outra suma curiosidade: Podemos não nos lembrar
do almoço do dia anterior, mas lembramo-nos de coisas passadas à “séculos”,
mesmo quando estiveram esquecidas durante décadas.
Hoje vou contar uma pequena história que à época do seu
acontecimento, me pareceu tremendamente humilhante, a tal ponto que a escondi
muito tempo.
Acho que foi no ano em que entrei para a escola.
Frequentemente eu ia de minha casa para a casa da minha avó. Pois na capoeira
dos meus avós, havia um diabo à solta que infernizava as minhas chegadas perto
do seu harém. Exactamente um pequeno Cócó, que para quem não sabe é um galo
minúsculo, mas com a mania de que o Mundo lhe pertence. Pois bem, este Cócó,
era ainda pior, e resolveu que eu era “persona non grata” no seu território.
Assim que me avistava, corria para mim com a clara intenção de me engolir. Na
verdade, ganhei-lhe tal medo, que sempre que chegava ao cabeço, gritava pela
minha avó, que logo punha o galarispo em respeito.
Só que um dia, e há sempre um dia, entendi que era
vergonhoso ter medo de um animal 50 vezes mais pequeno que eu. Tomei-me de
brios e decidi: Hoje não chamo ninguém, nem vou ter medo do maldito
mini-galarô, e se for preciso, até lhe dou umas arrochadas.
Preparei-me para enfrentar o monstro, enquanto tentava
convencer-me a mim mesmo de que não tinha medo. Avancei corajosamente encosta
abaixo ao encontro do perigo, não sem antes me armar com um ramalho de pinho,
para o que desse e viesse.
Assim que me viu, o perigoso predador avançou para mim, e
eu senti imediatamente a minha coragem a dar de frosques, deixando-me sozinho
diante da fera.
O meu medo, mais a minha força, levaram-me a descarregar
sobre o inimigo, o ramalho de pinho que trazia. Por sorte ou azar, o meu ataque
foi fulminante. Atingido em cheio, o pobre do galarispo caiu para o lado sem
mais se levantar. Era a minha glória. Vencera o inimigo e provara a quem duvidasse, que não era um qualquer pelintra de penas, que me metia medo.
Apercebendo-se do barulho, a minha avó correu para o
local, e ao aperceber-se da morte do seu rei da capoeira, e naturalmente de que
era o seu assassino, amandou-me com duas chapadas que até fiquei de lado.
Lá se foi toda a minha glória, caída em desgraça ás mãos
calejadas da minha avó. Afinal ser um herói não era assim tão glorificante.
Ganhar uma guerra, ás vezes tem custos que é melhor esquecer.
Como forma de vingança, nunca mais gostei de Cócós.
(Foto Humor xxl.com)
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O ÉDEN NO FUNDO DO MAR
Fantástico. Se de facto a Atlântida existe, eu quero ir morar para lá.
Se preferirem, podem abrir a totalidade do ecrã.
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