TERMO DE ABERTURA: Serve este Blog para nele depositar as minhas alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, glórias e frustrações. a que juntarei algumas opiniões, mas com fair-play, e sempre sem abdicar deste meu sentir de vermelha afeição. (Foto de José Caeiro)
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
OLÁ SIMPÁTICA
Não sei quando, mas li algures que uma associação de mulheres pretende incluir o piropo e o assobio, na lista de crimes por assédio sexual.
Nunca por nunca me considerei machista, mas parece-me que tal pretensão é pura e simplesmente anedótica. Espero que ninguém me leve a mal, mas acho que tal associação, é composta por mulheres feias, invejosas e carentes.
Claro que há piropos rosqueiros e mal injorcados, mas isso não são piropos nem são nada. O verdadeiro piropo é uma homenagem à mulher, e reflecte a nossa admiração pela sua beleza. Claro que o piropo feminino também existe, e tem o mesmo significado.
Tudo isto vem a propósito de uma cena passada em Sevilha, há vários anos, que envolveu um jovem Montargilense e uma bela Sevilhana que todos os dias passava no nosso local de trabalho:
Estávamos na Av. Utrera Molina, ali perto do Pavilhão San Pablo, ainda em construção, e que viria a receber, depois de pronto, um mundial de atletismo em pista coberta, se não estou em erro. Pois nesse dia, ao passar a bela Sevilhana, o Luís não resistiu, e soltou um sonora assobio. A bela olhou para ele e sorriu. O Luís meteu conversa;
--Desculpa, mas tu és muito bonita, e como passas aqui todos os dias, não resisti a meter-me contigo.
A resposta da beldade:
--Muchas gracias. Tu tambien eres um Chico mui guapo e simpático.
Como podem ver, a bela não só não se achou ofendida, como correspondeu ao piropo na mesma moeda. A partir desse dia, ela nunca mais passou sem acenar e sorrir ao pessoal.
Devo acrescentar que os Portugueses (de Montargil, Mora e Couço) usaram o piropo naquela cidade, com muita classe, e sempre foram bem recebidos, e encarados como uma simpatia.
Quem lá esteve, deve lembrar-se da grande reportagem que El Correio de Sevilla fez no dia seguinte às inundações numa zona da cidade, onde se podiam ver várias fotos com o titulo: “Bomberos de Sevilla en acion en la calle”.
Os bombeiros éramos nós, e o bombeiro que levava a garota ao colo, era eu. Estranhamente, o jornalista nunca descobriu isso.
O piropo saía-nos com a mesma facilidade que um gesto solidário.
sábado, 25 de junho de 2011
MORREU O INSPECTOR COLUMBO
Deixo-vos algumas imagens, onde ele interage com algumas celebridades, às quais se junta agora.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
NOITE ESCURA

Tombando suavemente sobre o povoado, a noite envolve a rua deserta em total negritude.
Por debaixo de algumas portas, escapam-se alguns raios de luz, de momento a única coisa reveladora da existência de vida no meio da escuridão. Não tarda muito para que essa luz se extinga também.
O lugar adormece finalmente.
Um ruído abafado, denuncia a presença de movimento. Uma porta mal oleada, range ao entreabrir-se, e uma figura esguia entra rapidamente.
Nas suas costas, a porta volta a fechar-se.
Por detrás de uma janela, a mulher velha que sofre de insónias, faz o sinal da cruz.
Ao longe, ouve-se o uivar do lobo.
sábado, 18 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
REGRESSO AO PASSADO
Muitos são os que preconizam o regresso ao monte e à horta da santa terrinha, dos que há anos partiram para a cidade. Não sei se é solução, mas para muitos, não haverá outra alternativa, tanto mais que desempregado por desempregado, no monte sempre vão tendo umas couves e umas galinhas, e não pagam renda.Mas depois de fecharem as maternidades, as urgências, os correios, os transportes de doentes, as escolas e mais uma catrafilada de serviços importantes, toda esta gente não corre o risco de em vez de morrer do mal, ir morrer da cura??.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
FESTIVAL EDP- Musicas do Rio, os outros sons do Fluviario

Sinfonietta de Lisboa com Bernardo Sassetti (sexta 15 Julho); Rão Kyao (sábado 16 Julho); Camané (sexta 22 Julho); e Júlio Pereira (sábado 23 Julho) são os nomes de cartaz que vão actuar num palco colocado em pleno rio Sorraia, em frente à praia fluvial do Parque Ecológico do Gameiro, junto ao Fluviário de Mora.
AQUI
terça-feira, 7 de junho de 2011
MAYRA ANDRADE em SERPA
A LUTA VAI SER DURA.
A luta vai ser dura. Muito dura.
Só espero que este Povo quando finalmente compreender a dimensão do que o espera, não esteja suficientemente cançado, e ainda lhe reste força bastante para mudar o rumo de uma história que não é nossa.

